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Fusavi apresenta balanço de atendimentos na oncologia


De março, quando começou a operar, até dezembro, a média de consultas mensais atingiu 237

O Centro Oncológico do Hospital Regional Alto Vale realizou 2.370 consultas de março do ano passado, quando entrou em funcionamento, até 31 de dezembro. Os números foram apresentados pelo presidente da Fusavi (Fundação de Saúde do Alto Vale), Giovani Nascimento e a coordenadora de Gestão de Qualidade, Kelly Christen Baaden, durante coletiva de imprensa. Deste total, 920 resultaram em procedimentos em quimioterapia.

Até então os portadores de câncer na região eram obrigados a se deslocar para Blumenau, Lages ou Florianópolis, onerando as prefeituras com o transporte, além dos transtornos. O desafio agora é a aquisição de um "pet scan" também chamado de tomografia computadorizada por emissão de pósitrons, um exame de imagem utilizado para diagnosticar precocemente o câncer.

Nascimento destacou que o mais importante que os números é o tempo de resposta já que o tratamento tem que ser rápido. "Todos sabem que se trata de uma doença agressiva e o processo do tratamento precisa ser imediato e eficiente". O presidente da Fusavi lembrou que esse era o sonho de toda a população da região, desde quando o hospital entrou em funcionamento. O número de cirurgias oncológicas mensais pactuadas com o Ministério da Saúde, que é de 52 mensais já foi ultrapassado, mas os procedimentos continuam. "O mesmo praticamente já ocorre com as sessões de quimioterapia, que é de 440".

A meta para 2019 é a aquisição do "pet scan", aparelho importado que custa em torno de 2,4 milhões de dólares. "Infelizmente não temos condições arcar com esse valor". A expectativa de Nascimento é parte do valor seja repassado através de emendas do orçamento da deputada federal Carmen Zanotto e de seu antigo colega João Paulo Kleinubing. "Também temos o apoio do deputado estadual Milton Hobus". Quando da construção do centro de oncologia, a Fusavi já se preocupou com a construção do setor que abrigar o "pet scan".

A implantação do centro de radioterapia ficará para outro momento. Com isso os pacientes que necessitam deste tratamento continuam sendo atendidos fora da região.

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