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Campanha salarial dos trabalhadores têxteis se encaminha para o dissídio


Sinfiatec mantém proposta de 3,64% de reajuste e Sititev deve recorrer à justiça para obter um aumento justo para os trabalhadores
Sem acordo, foi assim que terminou a terceira reunião da Campanha Salarial 2018/2019 entre o Sititev e o Sindicato Patronal (Sinfiatec).

O Sinfiatec manteve a oferta de repasse da inflação (3,64%) e ainda quer o fim da homologação da rescisão do contrato de trabalho no sindicato. A cerca de vinte dias do fim da prorrogação da data base, a diretoria do Sititev avalia a possibilidade de recorrer à justiça para garantir os direitos dos trabalhadores.

Para a presidente do Sititev, o Sinfiatec não está disposto a negociar o que vai motivar um novo dissídio. "Nós fomos flexíveis, diminuímos o valor do reajuste reivindicado para 5%, mas nem este percentual, que ainda é muito baixo, a diretoria do Sindicato Patronal aceita repassar aos trabalhadores têxteis. É um absurdo a inflação eles já repassaram nos produtos deles, enquanto isso, os trabalhadores estão lutando para sobreviver com um salário que já está defasado. É impossível que um setor que cobra tanta produção, não tenha capacidade de dar um reajuste de 5%", defende Zeli.

Ela também critica a insistência do Sinfiatec em derrubar a cláusula que permite que o trabalhador tenha a rescisão de contrato conferida no sindicato. "Retirando este direito o Sinfiatec irá fortalecer os maus empresários e prejudicar muitos trabalhadores. Empresários sérios continuam indo homologar a rescisão no sindicato, antes mesmo do período obrigatório", revela a presidente.

Zeli diz que o Sititev queria evitar um novo dissídio, o terceiro consecutivo, mas que não está otimista quanto a isso. "Lamento que não houve acordo. Nós vamos continuar envolvendo toda a sociedade no debate, recebemos apoio e sabemos que nenhum desembargador vai deixar de ouvir um clamor que vem da sociedade. Em nossa região, o setor é muito forte, todas as famílias têm algum integrante trabalhando em empresas e facções têxteis, e todos sabem o quanto eles trabalham, que muitos adoecem em função da atividade e da cobrança excessiva de produção e estão sensíveis à causa", conta Zeli.

Ela pede que todos apoiem a luta da categoria por meio dos abaixo assinados que estão sendo levados às empresas, disponíveis no Sindicato e sub-sedes e também pela internet através do link: https://chn.ge/2Ozyr1J

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